Aula 16 – Liturgia

Liturgia
A palavra compreende uma celebração religiosa pré-definida, de acordo com as tradições de uma religião em particular; pode incluir ou referir-se a um ritual formal e elaborado (como a Missa Católica) ou uma atividade diária como as salats muçulmanas.

Liturgia em nossa casa
Defumação
Prece a Deus
Saudação aos “compadres“
Hino da Umbanda
Abertura da Jurema
Saudação aos Orixás
Bate Cabeça
Acompanhado por pontos cantados
Pontos cantados para Oxalá, para os dois Orixás da casa e o Homenageado do dia
Prece final e fechamento da Jurema

Rituais
Um ritual é um conjunto de gestos, palavras e formalidades, geralmente imbuídos de um valor simbólico, cuja performance é, usualmente, prescrita e codificada por uma religião ou pelas tradições da comunidade.

Rituais de Umbanda
BATISMO
CASAMENTO
RITUAIS FÚNEBRES
OBRIGAÇÕES AOS ORIXÁS
PRECEITOS
OFERENDAS
LEITURA DOS ORIXÁS, ETC.

IMPORTÂNCIA DOS RITUAIS
Os rituais existentes têm a sua importância em nosso sistema social que procura controlar o comportamento dos indivíduos. Os comportamentos do líder, ou do representante de um determinado grupo, ocorrem com o objetivo de organizar o grupo oferecendo condições para que seus membros se comportem de maneira adequada.

Um grupo sem um líder, conforme o meio social no qual está inserido, acaba não funcionando de forma adequada para a sua sobrevivência.
Temos que ter claro que o médium espírita, ao contrário do médium que labuta na umbanda, não trabalha com desmanche de pesados fluídos do Astral inferior, não desintegra campos de força magnéticos sustentados por despachos feitos com sangue e animais sacrificados, nem serve de escudo fluídico para energias jogadas contra consulentes que procuram os terreiros, por isso a importância da ferramenta ritualística.

Falaremos sobre alguns rituais que fazem parte também dos rituais:

Amaci: O amaci é uma mistura de ervas maceradas acrescentada a água da cachoeira, que é devidamente magnetizada em ritual próprio, na frente do congá, a fim de fortalecer o médium, facilitando as incorporações. A aplicação do sumo extraído das ervas se dá atrás do crânio, massageado na altura do bulbo raquidiano, diretamente numa linha vertical, com a glândula pineal, centro psíquico de recepção da mediunidade que está diretamente ligado ao chacra coronário.

Banhos: Todos os banhos de descarga devem ser tomados do pescoço para baixo; só se deve jogar o banho na cabeça quando for indicado pelo Guia Chefe do Terreiro, ou autorizado pelo Babalaô ou Mãe de Santo. Há banhos para todos os Orixás e Entidades e sempre que tiver dúvida consulte-os ou consulte um Pai, Mãe ou a Entidade chefe da casa sobre o banho a ser tomado.

Defumação: A defumação é essencial para qualquer trabalho num terreiro de Umbanda.
É também uma das coisas que mais chamam a atenção de quem vai pela primeira vez assistir a um trabalho.
Em geral a defumação na Umbanda é sempre acompanhada de pontos cantados específicos para defumação. Ao queimarmos as ervas, liberamos em alguns minutos de defumação todo o poder energético aglutinado em meses ou anos absorvido do solo da Terra, da energia dos raios de sol, da lua, do ar, além dos próprios elementos constitutivos das ervas. Deste modo, projeta-se uma força capaz de desagregar miasmas astrais que dominam a maioria dos ambientes humanos, produto da baixa qualidade de pensamentos e desejos, como raiva, vingança, inveja, orgulho, mágoa, etc.

Babalaô: É o nome dado aos sacerdotes exclusivos do Orixá Orunmilá-Ifá do Culto de Ifá, das culturas Jeje e Nagô. E que não entram em transe, sua função principal é a iniciação de outros babalaôs, a preservação do segredo e transmissão do conhecimento do Culto de Ifá para os iniciados.

Babalorixá: O babalorixá, ou baba (pai), é um sacerdote e líder de um centro de culto de uma das religiões afro-brasileiras. O termo é especialmente, mas não sempre, utilizado pelos líderes de terreiro de candomblé.

Pai de santo: Pai de santo, padrinho de umbanda ou chefe de terreiro, são termos usados em várias das religiões afro-brasileiras para designar a pessoa responsável ou autoridade máxima de um terreiro ou tenda de Umbanda.
O Babalorixá no Candomblé é chamado de zelador de santo, e muitas vezes de pai-de-santo também.

A diferença entre o padrinho de umbanda e o babalorixá, é que o primeiro não passa pelos ritos de passagem a que são submetidos os babalorixás durante sua iniciação. O padrinho de umbanda não tem sua cabeça raspada.

Mãe-pequena: é o mesmo que Iyakekerê, é a segunda pessoa na casa, na ausência da Iyalorixá ou Babalorixá, é ela que assume o comando. Está sempre presente e faz parte de todos os preceitos e obrigações.

‘A lei de ouro do comportamento é a tolerância mútua, já que nunca pensaremos todos da mesma maneira, já que nunca veremos senão uma parte da verdade e sob ângulos diversos.’
Mahatma Gandhi

 

Clique aqui e baixe a aula em arquivo: 16º Aula – Liturgias

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