Aula 20 – Incorporação II

Figura2

Charlatanismo
O charlatão não é um médium, mas pode ter sido. Ele se utiliza de todo tipo de mecanismos para ludibriar os seus consulentes a troco de benefícios e dinheiro. O charlatão pode ter sido um médium que através do fascínio se utilizou da mediunidade em proveito próprio, perdendo a capacidade de comunicação com espíritos sérios (guias e espíritos superiores), ficando por conta própria ou influenciado por espíritos inferiores ou zombeteiros.

Sensações na incorporação
As sensações durante a incorporação são os resultados da equalização médium-espírito.

VERMELHO ESPIRITO
AZUL MEDIUM

Cada espírito trabalha numa faixa vibratória, assim como o médium.

VERMELHO ESPIRITO l
VERDE ESPIRITO ll
AZUL MEDIUM

Se um médium se habitua a apenas um guia, a tendência é de afinidade cada vez maior e as sensações se tornam cada vez mais sutis.

VERMELHO O GUIA ESPIRITUAL
AZUL O MEDIUM

Há caso de médium totalmente consciente que com o passar do tempo se adapta de tal forma que chega a total inconsciência.

VERMELHO O GUIA ESPIRITUAL
AZUL O MEDIUM

Durante uma passividade prolongada, o médium não consegue ficar durante todo o tempo em estado de transe; oscilando entre a consciência e a inconsciência, e até mesmo em alguns momentos perde o contato mediúnico.

VERMELHO O GUIA ESPIRITUAL
AZUL O MEDIUM

Sensações no início da prática mediúnica
• Vibração de uma linha D´Agua; Tremores e falta de equilíbrio: provocado pelo  pequeno deslocamento do perispírito com relação ao corpo físico, dando a impressão que vai desfalecer;
• Mãos suadas: é o típico da ansiosidade do médium ou a proximidade;
• No começo tudo é intenso:
• Vontade irresistível em se curvar (Pretos-Velhos);
• Sensação de algum lugar do corpo estar maior ou mais forte que o normal (Caboclos e Soldados);
• Queimação no Umeral (envolvimento a nível de chacras);
• Frio ou calor fora do normal, após a desincorporação (mudança vibracional pela falta da influência do espírito manifestante);
• Uma manifestação mais difícil e sutil, onde se utiliza apenas a região da garganta (voz direta referente a espíritos superiores).
• Todas essas sensações se amenizam com a prática e com o passar do tempo, então tudo já é bastante normal, mas aí é que vem o perigo: a acomodação do médium e o excesso de animismo.

Baixe a apresentação da aula: 20º Aula – Incorporação II

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DESPEDIDA DO PRESIDENTE DA COCA-COLA

img

O menor discurso de Bryan Dyson, ex-presidente da Coca Cola.

Ele disse ao deixar o cargo de Presidente da Coca Cola:
“Imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismos com cinco bolas no ar. Estas são: seu Trabalho, sua Família, sua Saúde, seus Amigos e sua Vida Espiritual, e você terá de mantê-las todas no ar.

Logo você vai perceber que o Trabalho é como uma bola de borracha. Se soltá-la, ela rebate e volta. Mas as outras quatro bolas: Família, Saúde, Amigos e Espírito, são frágeis como vidros.

Se você soltar qualquer uma destas, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebradas, vale dizer, nunca mais será a mesma.

Deve entender isto: tem que apreciar e esforçar para conseguir cuidar do mais valioso. Trabalhe eficientemente no horário regular do escritório e deixe o trabalho no horário. Gaste o tempo requerido à tua família e aos seus amigos. Faça exercício, coma e descanse adequadamente.

E, sobretudo… Cresça na sua vida interior, no espiritual, que é o mais transcendental, porque é eterno.
Shakespeare dizia: ‘Sempre me sinto feliz, sabes por quê? Porque não espero nada de ninguém. Esperar sempre dói’.Os problemas não são eternos, sempre têm solução. O único que não se resolve é a morte. A vida é curta, por isso, ame-a!”

Viva intensamente e recorde:
Antes de falar… Escute!
Antes de escrever… Pense!
Antes de criticar… Examine!
Antes de ferir… Sente!
Antes de orar… Perdoe!
Antes de gastar… Ganhe!
Antes de render… Tente de novo!
ANTES DE MORRER… VIVA!

O pacote de biscoitos

biscoito

Uma jovem estava à espera de seu voo, na sala de embarque de um grande aeroporto. Como deveria esperar várias horas, resolveu comprar um livro para passar o tempo. Comprou, também, um pacote de biscoitos. Sentou-se numa poltrona, na sala Vip do aeroporto, para poder descansar e ler em paz.Ao lado da poltrona onde estava o saco de biscoitos sentou-se um homem, que abriu uma revista e começou a ler.

Quando ela pegou no primeiro biscoito, o homem também tirou um.Sentiu-se indignada, mas não disse nada. Apenas pensou: “Mas que atrevido! Se eu estivesse com disposição dava-lhe um soco no olho, para que ele nunca mais se esquecesse deste atrevimento!”
A cada biscoito que ela pegava o homem também tirava um. Aquilo a foi deixando cada vez mais indignada, mas não conseguia reagir.
Quando restava apenas um biscoito, ela pensou: “ah… o que vai esse abusador fazer agora?” Então, o homem dividiu o último biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela. Ah! Aquilo era demais! Ela estava soprando de raiva! Então, pegou no livro, e no restante das suas coisas e dirigiu-se para a porta de embarque.

Quando se sentou confortavelmente numa poltrona, já no interior do avião, olhou para dentro da bolsa para tirar os óculos. Para sua grande surpresa, viu intacto o pacote de biscoitos que tinha comprado! Sentiu imensa vergonha! Percebeu que quem estava errada era ela… Tinha-se esquecido que tinha guardado os biscoitos na sua bolsa. O homem tinha dividido os biscoitos dele com ela, sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado. Entretanto ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar a dividir os biscoitos dela com ele. E já não havia ocasião para se explicar… nem pedir desculpa!”

Existem 4 coisas, que não se podem recuperar nunca…
A pedra……depois de atirada!
A palavra……depois de proferida!
A ocasião……depois de perdida!
O tempo…..depois de passado!

Aula 19 – Incorporação I

imagem1220º Aula – Incorporação II

Animismo
Animismo é a manifestação das experiências, conhecimentos e vivências adquiridos nas existências terrenas e espirituais ao qual o médium, em estado normal só tem acesso às experiências recentes (desta encarnação), e quando em transe, tem acesso a outras vidas e todas as suas experiências passadas, essas informações podem ser de base proveitosa, ou não, pois se tratam de uma experiência pessoal com conclusões também pessoas do certo e do errado.
O espírito manifestante pode se associar a tais informações do médium que o empresta o corpo físico para sua manifestação, para facilitar as mensagens a serem passadas, tanto para beneficio quanto para malefício das pessoas dependendo da origem e da intenção do que é feito ou falado.

Mistificação inconsciente
A manifestação inconsciente tem duas origens:
> Do espírito que se passa por outro espírito;
> Do médium que se passa por um espírito;
O outro caso é da pessoa pensar ser um médium de incorporação e no ímpeto de realizar tal desejo, toma um personagem como um guia espiritual e acredita que ele existe imitando muitas vezes outros médiuns para esse fim. Neste caso não existe intenção de prejudicar os outros, porem é inevitável.

Mistificação consciente
Quando o médium tem plena consciência que a suposta manifestação é de um espírito mistificador e a permite, ou não existe nenhum espírito e o “suposto médium” se faz passar por conselheiro, dando opiniões pessoais, envolvendo as pessoas com plena consciência do que faz.

Incorporação
Incorporação é um envolvimento mecânico- mediúnico em que o espírito comunicante se utiliza do médium para comunicação direta, além da voz o movimento de outros membros que pode ser a articulação da cabeça e pescoço, mãos e braço, tronco ou movimentação completa do corpo físico do médium.
A incorporação pode ser consciente, semi- consciente e inconsciente. A reação em cada médium varia e com semelhanças em alguns aspectos, mas não em todos. Vamos citar alguns:

Incorporação inconsciente
• Não existe consciência durante e nem lembrança depois da incorporação;
• O corpo do médium fica a comando do espírito comunicante;
• Manifestação pura e sem animismo;
• Não indicada para casos de sofredores e espíritos perturbadores.

Incorporação semi- consciente
• Existe consciência durante a manifestação e esquecimento depois da incorporação;
• Semi – consciência durante e após a incorporação;
• O médium pode influenciar na comunicação em maior ou menor intensidade, tanto no movimento mecânico como na voz direta;
• Todo médium semi – consciente é anímico em maior ou menor intensidade;
• Pode exercer qualquer tarefa no trabalho mediúnico, mediante vigilância das normas de conduta cristã.

Incorporação Consciente
• Total consciência durante e após a incorporação
• Total controle da situação permitindo ou não a livre manifestação do espírito;
• O animismo é o maior obstáculo para o médium consciente tendo que ter um bom nível de consciência moral e de conhecimento; sua maior qualidade deve ser o discernimento e o culto ao espírito de serviço ao próximo, acreditando no potencial de reação e superação dos que o procuram;
• Indicado para todo o trabalho mediúnico desde que esteja equilibrado e seguro, seguindo as normas de conduta cristã.

Baixe a apresentação da aula: Incorporação I

Aula 18 – Escala Espírita ll

Onde estamos nos acontecimentos do planeta: A nossa vida terrena, nos dá oportunidades de progresso infinito e podemos afirmar com certeza que não nos originamos unicamente na Terra. Tentaremos mostrar em uma breve demonstração, as condições planetárias e a evolução do espírito.

Todos os seres viventes se originam das experiências vividas em vários reinos:

• Mineral;
• Vegetal;
• Animal;
• Hominal.

A vivência aprimora o espírito: Deus nos criou, e dentro de cada reino experienciamos, conquistando através da vivência a condição humana. Já estudamos as ordens e classes dos espíritos e agora faremos um paralelo entre a evolução terrena e corporal, com a estadia dos espíritos que influenciam em sua formação.

O homem moderno que conhecemos se originou há cerca de 35.000 anos e a ciência não explica o “Elo Perdido” que é a mudança do “macaco” em homem moderno; Então vamos lá:

O homem como espécie animal que efetivamente é individualizado entre outros antropóides na Árvore da Vida, passou por um processo evolutivo de milhões de anos, até chegar ao ponto de desenvolvimento que hoje se encontra. A ciência, visando estudá-lo corretamente, encarregou-se de definir lhe uma classificação sistemática.

Enquadrou-o como sendo: Do reino animal; Do filo vertebrado; Da classe dos mamíferos; Da família dos primatas; Da super família dos antropóides; Da família dos hominídeos; Da sub família dos antropianos; Do gênero humano; E da espécie homem moderno (homo sapiens).

Em resumo, eis a evolução do tipo humano:

• Símios ou Primatas;
• Tipo evoluído do Símio – Proconsul (25 milhões de anos);
• Homus Erectus – Pitecantropus e Sinatropus ( 500 mil anos);
• Homus Sapiens – Solo, Rodésia, Florisbad, Neanderthal (150 mil anos);
• Homus Sapiens Sapiens – Wescombe, Kangera, Fontechevade, Cro-Magnon e Chancelade (35 mil anos).

Vamos caminhar um pouco pela nossa história:
25.000.000 – Proconsul
500.000 – Erectus
150.000 – Sapiens
35.000 – Sapiens Sapiens
7.000 – Civiliz. Egípcia 5.000 AC
6.000 – Escrita 4.000 AC
5.000 – Apogeu Egípcio 3.000 AC
2.500 – Apogeu Grego 500 AC
2.100 – Império Romano 100 AC
2.040 – Fim da Dinastia Egípcia 30 AC
2.012 – Advento do Cristo 0
1.700 – Cristão – Romano 300 DC
1.532 – Queda do Imp. Rom. 476 DC
1.600 – Início da Idade Média 500 DC
1.600 – Cruzadas 500 DC
516 – Fim da idade Média 1.492DC
516 – Descobr. Das Américas 1.492DC
500 – Renascimento 1.500DC
300 – Iluminismo 1.700 DC
300 – Revolução Francesa 1.700 DC
300 – Independ. Da América 1.700 DC
300 – Expansão da Filosofia 1.700 DC
300 – Inconfidência Mineira 1.700 DC
200 – Grandes Invenções 1.800 DC
200 – Materialismo 1.800 DC
200 – Evolucionismo e Espirit. 1.800 DC
98 – I Guerra Mundial 1.914 DC
74 – II Guerra Mundial 1.938DC
74 – Ditaduras Mundiais 1.938DC
74 – Desenv.Tecn.Cient 1.938DC
52 – Ditadura, Guerra Fria 1.960DC
52 – Anos Rebeldes 1.960DC
32 – Queda das Ditaduras 1.980DC
32 – Capital. e Consumismo 1.980 DC
24 – Queda do muro 1.988 DC
24 – Fim do Consumismo 1.988DC
24 – Fim da Guerra Fria 1.988DC
11 – Queda Torres Gêmeas 2.001DC
11 – Início do fim Imper.Amer. 2.001DC
4- Aquecimento Global 2.008DC
1 – Crise econômica na Europa 2.011DC
1– Ascensão Chinesa 2.011DC
1– Asc. dos países emergentes 2.011DC

Escala Espírita através da história: A evolução do espírito é o resultado das experiências terrenas e espirituais; a evolução do homem na Terra, pode se dizer que também é o resultado do espírito sobre a matéria.

Período Pré-histórico: 25 milhões de anos – A escala espírita se dividia entre espíritos puros (vivendo unicamente na espiritualidade) e os espíritos ainda animalizados.

Erectus: 500 mil anos – A escala espírita se dividia entre espíritos puros (vivendo unicamente na espiritualidade) e os espíritos ainda animalizados, mas, mais aperfeiçoados.

Sapiens: 150 mil anos – A escala espírita se dividia entre espíritos puros (vivendo unicamente na espiritualidade) e os espíritos ainda animalizados, mas, mais desenvolvidos; primeiro encarne de espíritos de outras orbes, com modificações mais acentuadas no corpo físico, auxiliando na evolução dos mais animalizados.

Sapiens Sapiens: 35 mil anos – A escala espírita se dividia entre espíritos puros (vivendo unicamente na espiritualidade) e os espíritos já não mais animalizados, com a ajuda dos mais desenvolvidos, permaneceram na Terra e os ainda animalizados, partiram para outras orbes e com as mutações genéticas provocadas pela influência desses espíritos, mais à frente surgiu a espécie do homem moderno.

5.000 AC: Surgimento da civilização Egípcia – A escala espírita se dividia entre espíritos puros (vivendo unicamente na espiritualidade) e os espíritos já não mais animalizados, convivendo com os espíritos mais desenvolvidos, vindo espíritos mais elevados de outras orbes.

Início da História: 4.000AC – criação da escrita; migração de mais espíritos de outras orbes;
3.000AC – Apogeu da civilização Egípcia: escala espírita como a que conhecemos hoje; Os acontecimentos históricos resultam das migrações encarnatórias terrenas em várias épocas e locais no planeta e explicam todos os outros fatos coincidentes na história.

Terceiro Milênio: iniciou-se o processo de modificação da escala espírita onde passaremos de planeta de expiação e prova para planeta de regeneração; provavelmente existindo só duas ordens de espíritos: a primeira e a segunda que são a dos Espíritos Puros e a dos Bons Espíritos ou em vias de ser.

Para finalizar: Quem são as Divindades, os Orixás, os Deuses, os Anjos, os Arcanjos?

Baixe a apresentação: 18º Aula – Escala Espirita 02

“O fisiologista refere tudo ao que vê. Orgulho dos homens, que tudo crêem saber, não admitindo que alguma coisa possa ultrapassar o seu entendimento. Sua própria ciência os torna presunçosos. Pensam que
a Natureza nada lhes pode ocultar.” Allan Kardec

Aula 17 – Escala Espírita

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TERCEIRA ORDEM: Espíritos IMPERFEITOS

– Predominância da matéria sobre os Espíritos.
– Propensão ao mal, ignorância, orgulho, egoísmo, e as más paixões.

Décima classe: Espíritos Impuros;
Nona classe: Espíritos Levianos;
Oitava classe: Espíritos Pseudo-Sábios;
Sétima Classe: Espíritos Neutros;
Sexta classe: Espíritos Batedores e Perturbadores.

SEGUNDA ORDEM: BONS Espíritos

– Predomínio sobre a matéria;
– Qualidade e desejo de fazer o bem;
– Uns possuem a ciência, outros a sabedoria e a bondade;
– Outros mais adiantados juntam ao seu saber as qualidades morais.

Quinta classe: Espíritos Benévolos;
Quarta classe: Espíritos Sábios;
Terceira classe: Espíritos Prudentes;
Segunda Classe: Espíritos Superiores;

Primeira Ordem: Espíritos puros

– Nenhuma Influência da matéria;
– Superioridade intelectual e moral absoluta em relação aos Espíritos e as outras ordens;
– Percorreram todos os graus da escala e se despojaram de todas as impurezas da matéria.

Puro
Superior
Prudente  Sábio  Benévolos
Perturbadores   Pseudo-Sábio
Levianos                  Impuros

 A classificação dos Espíritos funda-se no seu grau de desenvolvimento, nas qualidades por eles adquiridas e nas imperfeições de que ainda não se livraram.

Esta classificação nada tem de absoluta.

Espíritos PUROS: percorreram todos os graus da escala e se despojaram de todas as influências da matéria.
BONS Espíritos: Predomínio do Espírito sobre a matéria – desejo do bem. Uns possuem a ciência; outras a sabedoria e a bondade.
Espíritos IMPERFEITOS: Predominância da matéria sobre o espírito. Propensão ao mal. Ignorância, orgulho, egoísmo e todas as más paixões.

Erroneamente nos centros espíritas, se usa as palavras “Espíritos Superiores” para se reportar a todos os Espíritos relacionados aos trabalhos espirituais de uma casa. Superior ou Inferior depende do ponto de referência, mas na classificação do Livro dos Espíritos está bem clara: errado é se reportar a todos desta maneira. Esta aula deve ser lida no Livro II, capítulo VI, do Livro dos Espíritos para que possamos saber a que ordem pertencem e não nos deixar enganar por embusteiros. Diremos então: Espíritos Benevolentes, Espíritos Sábios, Espíritos Prudentes ou Espíritos Superiores, ou melhor ainda, nossos Amigos Espirituais, pois não importa sua classificação, mas sim suas intenções.

“Dia virá em que todas essas crenças, tão diversas na forma, mas que na realidade repousam num mesmo princípio fundamental: Deus e a imortalidade da alma se fundirão numa grande e vasta unidade, quando a razão triunfar dos preconceitos.” A Gênese – Allan Kardec

Baixe a apresentação: 17º Aula – Escala Espirita 01

Aula 16 – Liturgia

Liturgia
A palavra compreende uma celebração religiosa pré-definida, de acordo com as tradições de uma religião em particular; pode incluir ou referir-se a um ritual formal e elaborado (como a Missa Católica) ou uma atividade diária como as salats muçulmanas.

Liturgia em nossa casa
Defumação
Prece a Deus
Saudação aos “compadres“
Hino da Umbanda
Abertura da Jurema
Saudação aos Orixás
Bate Cabeça
Acompanhado por pontos cantados
Pontos cantados para Oxalá, para os dois Orixás da casa e o Homenageado do dia
Prece final e fechamento da Jurema

Rituais
Um ritual é um conjunto de gestos, palavras e formalidades, geralmente imbuídos de um valor simbólico, cuja performance é, usualmente, prescrita e codificada por uma religião ou pelas tradições da comunidade.

Rituais de Umbanda
BATISMO
CASAMENTO
RITUAIS FÚNEBRES
OBRIGAÇÕES AOS ORIXÁS
PRECEITOS
OFERENDAS
LEITURA DOS ORIXÁS, ETC.

IMPORTÂNCIA DOS RITUAIS
Os rituais existentes têm a sua importância em nosso sistema social que procura controlar o comportamento dos indivíduos. Os comportamentos do líder, ou do representante de um determinado grupo, ocorrem com o objetivo de organizar o grupo oferecendo condições para que seus membros se comportem de maneira adequada.

Um grupo sem um líder, conforme o meio social no qual está inserido, acaba não funcionando de forma adequada para a sua sobrevivência.
Temos que ter claro que o médium espírita, ao contrário do médium que labuta na umbanda, não trabalha com desmanche de pesados fluídos do Astral inferior, não desintegra campos de força magnéticos sustentados por despachos feitos com sangue e animais sacrificados, nem serve de escudo fluídico para energias jogadas contra consulentes que procuram os terreiros, por isso a importância da ferramenta ritualística.

Falaremos sobre alguns rituais que fazem parte também dos rituais:

Amaci: O amaci é uma mistura de ervas maceradas acrescentada a água da cachoeira, que é devidamente magnetizada em ritual próprio, na frente do congá, a fim de fortalecer o médium, facilitando as incorporações. A aplicação do sumo extraído das ervas se dá atrás do crânio, massageado na altura do bulbo raquidiano, diretamente numa linha vertical, com a glândula pineal, centro psíquico de recepção da mediunidade que está diretamente ligado ao chacra coronário.

Banhos: Todos os banhos de descarga devem ser tomados do pescoço para baixo; só se deve jogar o banho na cabeça quando for indicado pelo Guia Chefe do Terreiro, ou autorizado pelo Babalaô ou Mãe de Santo. Há banhos para todos os Orixás e Entidades e sempre que tiver dúvida consulte-os ou consulte um Pai, Mãe ou a Entidade chefe da casa sobre o banho a ser tomado.

Defumação: A defumação é essencial para qualquer trabalho num terreiro de Umbanda.
É também uma das coisas que mais chamam a atenção de quem vai pela primeira vez assistir a um trabalho.
Em geral a defumação na Umbanda é sempre acompanhada de pontos cantados específicos para defumação. Ao queimarmos as ervas, liberamos em alguns minutos de defumação todo o poder energético aglutinado em meses ou anos absorvido do solo da Terra, da energia dos raios de sol, da lua, do ar, além dos próprios elementos constitutivos das ervas. Deste modo, projeta-se uma força capaz de desagregar miasmas astrais que dominam a maioria dos ambientes humanos, produto da baixa qualidade de pensamentos e desejos, como raiva, vingança, inveja, orgulho, mágoa, etc.

Babalaô: É o nome dado aos sacerdotes exclusivos do Orixá Orunmilá-Ifá do Culto de Ifá, das culturas Jeje e Nagô. E que não entram em transe, sua função principal é a iniciação de outros babalaôs, a preservação do segredo e transmissão do conhecimento do Culto de Ifá para os iniciados.

Babalorixá: O babalorixá, ou baba (pai), é um sacerdote e líder de um centro de culto de uma das religiões afro-brasileiras. O termo é especialmente, mas não sempre, utilizado pelos líderes de terreiro de candomblé.

Pai de santo: Pai de santo, padrinho de umbanda ou chefe de terreiro, são termos usados em várias das religiões afro-brasileiras para designar a pessoa responsável ou autoridade máxima de um terreiro ou tenda de Umbanda.
O Babalorixá no Candomblé é chamado de zelador de santo, e muitas vezes de pai-de-santo também.

A diferença entre o padrinho de umbanda e o babalorixá, é que o primeiro não passa pelos ritos de passagem a que são submetidos os babalorixás durante sua iniciação. O padrinho de umbanda não tem sua cabeça raspada.

Mãe-pequena: é o mesmo que Iyakekerê, é a segunda pessoa na casa, na ausência da Iyalorixá ou Babalorixá, é ela que assume o comando. Está sempre presente e faz parte de todos os preceitos e obrigações.

‘A lei de ouro do comportamento é a tolerância mútua, já que nunca pensaremos todos da mesma maneira, já que nunca veremos senão uma parte da verdade e sob ângulos diversos.’
Mahatma Gandhi

 

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